Caio,
afundo-me,
afogo-me.
O meu corpo desce suavemente na água. Já não avisto o céu, e o sol estava perdido há muito. Mais alguns metros e não encontro luz, excepto pela memória da que brotava de mim. Sinto o fundo cada vez mais perto, e as funções vitais cessam. Não sei voltar. O cérebro pára. E sou finalmente inundada por paz.

há tanta paz no fundo, mas é preciso voltar. Um beijo Ana :)
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